
Sinto um nó,
um nó no estomago.
Não daqueles nós de marinheiro,
que se prendem e desprendem
de cada vez que se vai ao mar.
Sinto mais este nó,
como fresco e envelhecido,
pela água que o torna assim,
dificil de desenrolar.
E preso à praia ouço,
pintado em sal, areia e espuma,
o fundo em espiral do búzio,
e o fio do horizonte, o sonho
a andar.
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